Essas eram as minhas marcas. Marcas que eu levaria eternamente em minha pele. Linhas finas e pequenas, mas que libertaram bastantes emoções. Meu sufoco quase acaba só de tocar na lâmina afiada. O sangue jorra vermelho e enche meus olhos, maravilhada.
E quando eu chego ao climax, em que a dor física me faz gemer e esquecer o motivo inicial de eu estar fazendo aquilo, sinto que consigo respirar de novo. Ao meu redor, tudo se clareia lentamente e eu vejo o quão estúpido é o problema.
A solução brilha em minha mente como luzes de neon. E a marca, aquela pequena marca que eu teria que esconder o restante de minha vida, finalmente poderia me denominar.
Sim, sou uma auto mutiladora

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